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PLUGADO BRASIL

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

TECNOLOGIA








Revenda Apple começa a funcionar com produtos com desconto de até 25%






MyStore do shopping Anália Franco inaugura no dia 29 de outubro com o MacBook a 2.299 reais. Outros equipamentos estarão 10% mais baratos.




Dia 29/10, a rede MyStore (especializada em Apple) inaugura mais uma loja, no Shopping Anália Franco, zona leste de São Paulo, com descontos de até 25%. É o caso do MacBook branco. Cotado normalmente a 3.099 reais, o equipamento sai na promoção por 2.299 reais (à vista).








Essa máquina tem tela de 13,3 polegadas e chip Core 2 Duo de 2,13 GHz. Vale lembrar que este não é o novo MacBook, lançado esta semana pela Apple, mas o modelo anterior. No restante dos produtos da loja, a MyStore promete dar 10% de desconto ou fazer a venda em 12 vezes, sem juros.



Essa promoção começa no dia 29/10, às 19h (horário da inaguração) e vai até dia 1/11. Em agosto, a MyStore inaugurou uma unidade no shopping Ibirapuera, também em São Paulo.





Obs: o departamento de marketing da MyStore ligou para a Redação da Macworld e corrigiu o valor do MacBook fora da promoção, que tinha sido publicado de maneira incorreta em seu site.


Marco regulatório guiará decisões legais sobre internet no Brasil

Ronaldo Lemos, da FGV-RJ, explica que marco regulatório da internet definirá condutas para crimes na internet e facilitará decisões da Justiça no Brasil.

O marco regulatório para internet brasileira, cuja consulta pública será aberta pelo Ministério da Justiça nesta quinta-feira (29/10), ajudará a guiar decisões da Justiça no Brasil envolvendo questões digitais e evitará veredictos baseados na percepção de apenas um magistrado.




Segundo o diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos, o marco combaterá a atual previsibilidade zero nas decisões da Justiça brasileira em processos envolvendo internet e bem corrigir uma lacuna histórica no País.



"Diferente dos Estados Unidos e de países na Europa e na América Latina, estamos chegando a 2010 sem qualquer legislação específica para internet no ponto de vista civil", explica.



"Nossa maior preocupação é tratar de temas importantes e nunca regulamentados, como questão da privacidade, da guarda de logs, da liberdade de expressão na rede e da responsabilidade dos provedores, por exemplo", detalha Lemos.



Lemos destaca que o marco é importante por preencher lacunas que sempre dependeram do entendimento do juiz responsável pelo caso, o que fez com que a internet brasileira registrasse casos como o bloqueio do YouTube por ação movida pela modelo Daniela Cicarelli.



"O Tribunal de Justiça de São Paulo mandou fechar o YouTube baseado em uma decisão puramente pessoal do juiz, já que a lei não mandava fechar. Foi uma decisão totalmente baseada na percepção do juiz", explica, afirmando ainda que, se o caso tivesse caído nas mãos de outro magistrado, a decisão poderia ser completamente diferente.



Outro exemplo citado pelo advogado são os Termos de Ajustamento de Conduta que operadoras de telefonia e empresas que lidam com dados pessoais, como foi o caso do Google, fecham com o Ministério Público Federal para o fornecimento de informações de informações de usuários envolvidos em atividades criminosas online.



Atualmente, esta quebra de sigilo pode ser feita com ou sem a necessidade de mandado judicial, baseado na percepção que o juiz responsável pelo caso tem sobre a questão.



"Como não tem regulamentação, tem juiz que deixa a polícia pedir pra operadoras os dados de quem utiliza esses serviços sem ordem judicial. O marco civil estabelecerá qual o regime de guarda de logs, por quanto tempo e se será preciso ordem judicial. Hoje estamos no pior dos mundos", analisa.



A criação de um marco para internet, discutida no fim da década de 90 logo após a aprovação da regulamentação das telecomunicações, acabou não se desenvolvendo, o que, segundo Lemos, fez com que o País buscasse preencher as lacunas de outras maneiras, como o Projeto de Lei Substitutivo 76/2000, mais conhecido como Lei Azeredo.



A Lei Azeredo, referência ao seu relator, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), é produto direto da falta de regulamentação civil para internet no Brasil, já que buscava criminalizar comportamentos dos internautas no Brasil sem que houvesse uma legislação que definisse o que seria passível de punição.



Após ser classificada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva como "censura", na abertura do 10º Fórum Internacional de Software Livre, em junho, o projeto de lei continua em tramitação em três comissões na Câmara dos Deputados: de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, de Constituição e Justiça e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.



Além da cerimônia de lançamento, a consulta pública do marco regulatório será aberta nesta quinta, com um blog dentro do Fórum da Cultura Digital Brasileira, plataforma de interação criada e mantida pelo Ministério da Cultura, que concentrará sugestões de interessados na questão.






Microsoft desiste de divulgar o Windows 7 em episódio de The Family Guy

Mudança de estratégia estaria relacionada à incompatibilidade da marca com temas que estariam no show, como incesto e piadas sobre o holocausto.




Como parte da campanha de marketing para divulgar o Windows 7, a Microsoft anunciou, dias antes do lançamento oficial do novo sistema operacional, que iria patrocinar episódio de The Family Guy. Programado para ir ao ar no próximo dia 8 de novembro, a série no Brasil é chamada “Uma família da pesada”.





Contudo, após se inteirar do conteúdo do episódio, cujo título provisório é “Family Guy Presents: Seth & Alex’s almost live comedy show” (“Uma família da pesada apresenta: a comédia quase ao vivo de Seth e Alex”, em tradução livre), que envolve incesto, piadas sobre o holocausto e pessoas mortas, além de higiene feminina, a Microsoft teria desistido do projeto.





Segundo o site Variety, um porta-voz da empresa de software contou que a decisão de participar do show se baseou na composição da audiência e no humor criativo do programa. “Mas, após rever a primeira versão do conteúdo do especial, ficou claro para nós que o conteúdo [do show] não é compatível com a marca Windows”, explica o porta-voz em comunicado enviado ao site. “Continuamos com uma boa parceria com a Fox, com Seth Macfarlane [criador da série] e Alex Borstein [colaborador], e trabalhando com eles em outras áreas. Continuamos acreditando no valor da integração de marcas e parcerias entre marcas, empresas de mídia e talentos”.





O projeto da Microsoft tinha o objetivo de vincular a principal marca do Windows 7 – a simplicidade – à entrega de um show de 30 minutos mais simples para a audiência, ou seja, sem intervalos comerciais nem promoções do canal pago, porém com menções ao novo sistema operacional espalhadas dentro do conteúdo do episódio.









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PRAZER SO FELIPE CAMARGO TENHO 18 ANOS E ESTOU INICIANDO ESSE BLOG QUE TEM MUITA NOTICIA SOBRE TECNOLOGIA E COISAS ENGRAÇADAS NA WEB.